LUTO!
LUTO NÃO APENAS PELO OCORRIDO COM A JOVEM ELOÁ, MAS PELO O QUE A VIDA REPRESENTA NOS DIAS DE HOJE. SERÁ POSSÍVEL QUE EM PLENO SÉCULO XXI PESSOAS COMETAM ATROCIDADES E AINDA CULPEM O "DEMÔNIO" POR SUAS CRUELDADES? SEMPRE DISSE E SEMPRE DIREI: "POBRE DEMÔNIO, A CULPA SEMPRE CAI NELE".
ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR QUE "VAGABUNDOS", DESTRUAM NOSSAS VIDAS, NOSSOS LARES? ATÉ QUANDO VAMOS COLOCAR A MÁSCARA DO "AMANHÃ FAZ DOIS DIAS". E O HOJE, NÃO VALE NADA? SERÁ QUE REALMENTE DEVEMOS ESPERAR PELO DIA DO JUÍZO FINAL? QUEM DETERMINA O "JUÍZO FINAL", DEUS OU OS HOMENS?
CHEGOU A HORA DE DEIXARMOS O SUBSTANTIVO DE LADO (NA VERDADE, COM TANTAS DESIGUALDADES VISTAS ESTAMOS SEMPRE AGARRADOS A ESSE SUBSTANTIVO) E PASSARMOS A USAR O VERBO. VAMOS "LUTAR" PELO DIREITO À VIDA. VAMOS "LUTAR" PELA VIDA. É HORA DE SAÍRMOS DO "LUTO" E DIZERMOS: "EU LUTO".
REST IN PEACE ELOÁ. GOD BLESS YOU AND YOUR FAMILY.
domingo, 19 de outubro de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
ERROS DE ESTRUTURA EM INGLÊS - VOCÊ SABIA?
Em geral, a estrutura básica em qualquer frase é: sujeito + verbo + objeto (+ complementos). Em português as frases são flexiveis com relação à presença de sujeito e/ou objeto. Ex.: Chove, Faz frio, etc. A omissão do sujeito ou objeto é gramatical e natural.
Em inglês, para o sujeito ou objeto indefinível, como em "Chove", usa-se "it". Ex.: It rains. O "it" preenche a posição do sujeito e do objeto para atender à estrutura básica indicada.
Pay attention:
* Verbos intransitivos como viajar (travel) ou dormir (sleep) não exigem a presença de "it" como objeto.
See you next class.
Marcelo
Em inglês, para o sujeito ou objeto indefinível, como em "Chove", usa-se "it". Ex.: It rains. O "it" preenche a posição do sujeito e do objeto para atender à estrutura básica indicada.
Pay attention:
* Verbos intransitivos como viajar (travel) ou dormir (sleep) não exigem a presença de "it" como objeto.
See you next class.
Marcelo
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Problemas com a língua?
Quem de nós nunca teve um probleminha com a língua portuguesa? E nessa etapa em que me encontro (em que nos encontramos) novos termos nos tornam familiares e à cada dia mais e mais usados no meio acadêmico e por nós mesmos. Mas a compreensão é certa? Estou afiado ou me afiando com a língua mãe?
Respostas "n" apareceram e assim mesmo coloco à disposição duas ferramentas que ajudarão bastante. O primeiro (www.portrasdasletras.com.br) é um site totalmente voltado para a lingua e o português é feito de modo simples e objetivo. O outro é um blog que encontrei que me ajudou bastante na definição sobre "Dêixis" e que pode contribuir e muito com outros e valea a pena deixá-lo registrado aqui (http://apoioptg.blogspot.com/2007/06/deixis.html)
Espero que gostem das dicas.
Abraço.
Respostas "n" apareceram e assim mesmo coloco à disposição duas ferramentas que ajudarão bastante. O primeiro (www.portrasdasletras.com.br) é um site totalmente voltado para a lingua e o português é feito de modo simples e objetivo. O outro é um blog que encontrei que me ajudou bastante na definição sobre "Dêixis" e que pode contribuir e muito com outros e valea a pena deixá-lo registrado aqui (http://apoioptg.blogspot.com/2007/06/deixis.html)
Espero que gostem das dicas.
Abraço.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Lenimento
Vasculharei minhas covas,
Acordarei meus defuntos,
Provocarei algumas sombras...
Ouçam-me zumbis: Vasca é a minha vontade
Hoje, porei fim ao que me vermina.
- Aquela quenga me paga.
Se ela me foi pérfida, instantes,
De nós vivível, sequiar nem pude,
Talvez restara nalgum esquife,
Um saldo de amor, que ainda seja nosso
E mereça da reles e pífia a mesma sorte.
Grassem desígnios meus de extermínio,
De toda e qualquer reminiscência dela.
Do fato encarnado de produção confiada,
Cuja insígnia eu reconheço, espiem,
Ainda lucilam os anelões dourados,
Enleados e presos àquele foteado
Que vi menear negativamente,
Quando ela partiu, me deixou.
Retire-os, de tocado, a facote...
Não me doerá este último golpe.
Despedace-os, desdoure-os. Assim!
Em seguida, creste-os às cinzas,
Arremesse ao mar as sobras todas,
De lá, elevar-se-ão em Serafins.
Desenodoado,
Nada restará de nós,
Mesmo as lembranças
Do que jamais fomos.
(Eustáquio Leite, 16/06/2007)
Vasculharei minhas covas,
Acordarei meus defuntos,
Provocarei algumas sombras...
Ouçam-me zumbis: Vasca é a minha vontade
Hoje, porei fim ao que me vermina.
- Aquela quenga me paga.
Se ela me foi pérfida, instantes,
De nós vivível, sequiar nem pude,
Talvez restara nalgum esquife,
Um saldo de amor, que ainda seja nosso
E mereça da reles e pífia a mesma sorte.
Grassem desígnios meus de extermínio,
De toda e qualquer reminiscência dela.
Do fato encarnado de produção confiada,
Cuja insígnia eu reconheço, espiem,
Ainda lucilam os anelões dourados,
Enleados e presos àquele foteado
Que vi menear negativamente,
Quando ela partiu, me deixou.
Retire-os, de tocado, a facote...
Não me doerá este último golpe.
Despedace-os, desdoure-os. Assim!
Em seguida, creste-os às cinzas,
Arremesse ao mar as sobras todas,
De lá, elevar-se-ão em Serafins.
Desenodoado,
Nada restará de nós,
Mesmo as lembranças
Do que jamais fomos.
(Eustáquio Leite, 16/06/2007)
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