segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

QUE ATIREM A PRIMEIRA PONTA



Na semana passada, o nadador foi manchete do jornal "The Sun" em que apareceu fumando maconha em uma festa durante SUAS FÉRIAS na Califórnia. A mídia e os hipócritas (ou a mídia hipócrita), por sua vez, acusa o nadador de ter dado mal exemplo às crianças. Na minha opinião, o nadador não estava na festa para dar exemplos à ninguém, mas para curtir a sua vida, que é particular. A exposição de tal foto foi, no mínimo, invasão de privacidade e quem deveria ser punido era o jornal "The Sun" que expôs a fotografia e causou todo esse rebolisso e constrangimento ao atleta. Como punição, o nadador perdeu alguns patrocinadores, mas com certeza a fila anda e devem haver milhões querendo aparecer no agasalho do atleta.

A questão é: Se tal fotografia não tivesse sido exposta, certamente, não estaríamos eu aqui, aqui, redigindo esta publicação e nem você aí do outro lado lendo. É uma pena saber que tal veículo deixou de ser informativo para ser invasivo (assim caminha a humanidade midiástica). A vida deixou de ser pessoal para ser pública. Se ganha dinheiro mostrando algumas fotografias e depois se ganha mais dinheiro alegando que a pessoa fotografada deu mal exemplo. O pior é que a mídia alega que se não fosse a mesma, o nadador não teria o status que tem. A mídia se esquece que se ela não existisse, o Phelps seria nadador do mesmo jeito.

Países travam guerras e ninguém fica por aí falando que é mal exemplo para crianças. Desenhos pouco animados e mais violentos são apresentados à nossas crianças todos os dias e não ficamos por aí dizendo que são malexemplos. A educação no Brasil é precária e é o grande mal exemplo. Multinacionais, como a Nike, utilizam mão de obra escrava na Ásia e não fala sobre esse mal exemplo. Pergunto: - Quantas crianças havia dentro daquela festa universitária? Com certeza nenhuma. Michael Phelps estaria dando mal exemplo se fumasse maconha em uma festa paraolímpica, festa infantil, clube do Michey, etc. Se o nadador estiver fazendo algum mal, é contra si próprio. Não me venham com hipocrisias. Afinal das contas, as faculdades de comunicação não são assim bons exemplos de conduta ao redor do mundo.

O Phelps é o maior nadador que já apareceu na face da terra e será lembrado por muitos anos por isso e não por ter fumado maconha, sebem por quê?

QUEM NUNCA FUMOU ATIRE A PRIMEIRA PONTA.

Nesse balaio separaremos muitas pessoas, mas posso ter certeza que muitos dedos que subirão terão as pontas amareladas.

domingo, 19 de outubro de 2008

LUTO!

LUTO!

LUTO NÃO APENAS PELO OCORRIDO COM A JOVEM ELOÁ, MAS PELO O QUE A VIDA REPRESENTA NOS DIAS DE HOJE. SERÁ POSSÍVEL QUE EM PLENO SÉCULO XXI PESSOAS COMETAM ATROCIDADES E AINDA CULPEM O "DEMÔNIO" POR SUAS CRUELDADES? SEMPRE DISSE E SEMPRE DIREI: "POBRE DEMÔNIO, A CULPA SEMPRE CAI NELE".

ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR QUE "VAGABUNDOS", DESTRUAM NOSSAS VIDAS, NOSSOS LARES? ATÉ QUANDO VAMOS COLOCAR A MÁSCARA DO "AMANHÃ FAZ DOIS DIAS". E O HOJE, NÃO VALE NADA? SERÁ QUE REALMENTE DEVEMOS ESPERAR PELO DIA DO JUÍZO FINAL? QUEM DETERMINA O "JUÍZO FINAL", DEUS OU OS HOMENS?

CHEGOU A HORA DE DEIXARMOS O SUBSTANTIVO DE LADO (NA VERDADE, COM TANTAS DESIGUALDADES VISTAS ESTAMOS SEMPRE AGARRADOS A ESSE SUBSTANTIVO) E PASSARMOS A USAR O VERBO. VAMOS "LUTAR" PELO DIREITO À VIDA. VAMOS "LUTAR" PELA VIDA. É HORA DE SAÍRMOS DO "LUTO" E DIZERMOS: "EU LUTO".

REST IN PEACE ELOÁ. GOD BLESS YOU AND YOUR FAMILY.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

ERROS DE ESTRUTURA EM INGLÊS - VOCÊ SABIA?

Em geral, a estrutura básica em qualquer frase é: sujeito + verbo + objeto (+ complementos). Em português as frases são flexiveis com relação à presença de sujeito e/ou objeto. Ex.: Chove, Faz frio, etc. A omissão do sujeito ou objeto é gramatical e natural.
Em inglês, para o sujeito ou objeto indefinível, como em "Chove", usa-se "it". Ex.: It rains. O "it" preenche a posição do sujeito e do objeto para atender à estrutura básica indicada.

Pay attention:

* Verbos intransitivos como viajar (travel) ou dormir (sleep) não exigem a presença de "it" como objeto.

See you next class.

Marcelo

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Problemas com a língua?

Quem de nós nunca teve um probleminha com a língua portuguesa? E nessa etapa em que me encontro (em que nos encontramos) novos termos nos tornam familiares e à cada dia mais e mais usados no meio acadêmico e por nós mesmos. Mas a compreensão é certa? Estou afiado ou me afiando com a língua mãe?
Respostas "n" apareceram e assim mesmo coloco à disposição duas ferramentas que ajudarão bastante. O primeiro (
www.portrasdasletras.com.br) é um site totalmente voltado para a lingua e o português é feito de modo simples e objetivo. O outro é um blog que encontrei que me ajudou bastante na definição sobre "Dêixis" e que pode contribuir e muito com outros e valea a pena deixá-lo registrado aqui (http://apoioptg.blogspot.com/2007/06/deixis.html)

Espero que gostem das dicas.

Abraço.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Lenimento


Vasculharei minhas covas,
Acordarei meus defuntos,
Provocarei algumas sombras...
Ouçam-me zumbis: Vasca é a minha vontade
Hoje, porei fim ao que me vermina.
- Aquela quenga me paga.

Se ela me foi pérfida, instantes,
De nós vivível, sequiar nem pude,
Talvez restara nalgum esquife,
Um saldo de amor, que ainda seja nosso
E mereça da reles e pífia a mesma sorte.
Grassem desígnios meus de extermínio,
De toda e qualquer reminiscência dela.

Do fato encarnado de produção confiada,
Cuja insígnia eu reconheço, espiem,
Ainda lucilam os anelões dourados,
Enleados e presos àquele foteado
Que vi menear negativamente,
Quando ela partiu, me deixou.

Retire-os, de tocado, a facote...
Não me doerá este último golpe.
Despedace-os, desdoure-os. Assim!
Em seguida, creste-os às cinzas,
Arremesse ao mar as sobras todas,
De lá, elevar-se-ão em Serafins.

Desenodoado,
Nada restará de nós,
Mesmo as lembranças
Do que jamais fomos.

(Eustáquio Leite, 16/06/2007)

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Aulas Rosana

Estar nas turmas da Rosana é sempre legal. Aprender inglês fica mais dinâmico e aqueles exercícios que parecem chatos, quando feitos com seriedade, proporcionam um crescimento no vocabulário muito grande e por isso eu gosto muito. Além disso, é uma maneira a mais de nos familiarizarmos com os métodos de ensino que poderemos praticar no futuro.
Semestre que vem nos encontramos de novo.

Greatings!

Best wishes,

Marcelo.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Obrigado Drummond

Às Mães

Às Mães,
Amor - pôs que é palavra essencial
Infância, Instante, Imortalidade
Sentimento do mundo
Sentimental
No corpo feminino
Os ombros suportam o mundo
O mundo é grande
Atriz, Canção amiga
Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça
Às Mães,
Obrigado!
Marcelo - Outubro/2007